Ministro do Trabalho recebe dirigentes da UGT em Brasília.


Durante reunião, realizada na manhã dessa terça-feira (25) com o Ministro do Trabalho, Brizola Neto, em Brasília, o presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores - UGT, Ricardo Patah e dirigentes da entidade, entre eles o secretário-geral Canindé Pegado e o dirigente Miguel Salaberry Filho, discutiram questões relacionadas à Colônia de Pescadores, Trabalhadores Rurais, Servidores Públicos e a Lei das Cooperativas. Os sindicalistas da UGT levaram ao ministro a preocupação dos trabalhadores desses setores que, em sua maioria, são representados pela central sindical. Da reunião também participou Paulo Roberto Silva, presidente do Sindiac de Minas Gerais e Ricardo de Castro, responsável pelo departamento jurídico da entidade mineira. Em relação a questão envolvendo os pescadores o ministro Brizola Neto assegurou aos dirigentes da UGT que será criado um grupo de trabalho com integrantes do Ministério da Pesca, Ministério do Trabalho e dirigentes da UGT e demais centrais, para discutirem os problemas da categoria, cuja maioria das Colônias são representadas pela UGT. Em relação aos trabalhadores rurais, o ministro assegurou que o Conselho Nacional do Trabalho estava reunido para resolver a questão e que a solução que saísse dessa reunião seria antes apresentada a UGT para discussão. Quanto a polêmica que envolve os servidores públicos, que estão divididos entre municipais, estaduais e federais, o ministro disse, também, que será criado um grupo de trabalho com as centrais que representam esses servidores para se apontar uma solução para os problemas da categoria. Um dos temas mais sensíveis da reunião foi sobre a Lei das Cooperativas, assinada pela presidenta Dilma em julho. O texto desagradou aos trabalhadores e, segundo os sindicalistas, necessita ser revisto para manter garantidos os direitos dos trabalhadores.  Brizola Neto disse que essa é uma questão que esta sendo discutida pelo Ministério do Trabalho e que em breve os trabalhadores serão chamados para rediscutir o tema. Fonte: UGT - 26/09/2012



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