UGT-PR participa de Seminário Internacional


Dirigentes da UGT-PARANÁ e da UGT-NACIONAL estão representando a central no Seminário Internacional de formação Sindical na cidade de Santo Domingo, na República Dominicana. Este seminário, visando a integração dos trabalhadores na América, está abordando temas como a situação política, econômica e social no Brasil e nos países caribenhos. A UGT-PARANÁ está representada pelos companheiros Paulo Rossi, presidente da UGT-PARANÁ; João Luiz Riedlinger, secretário de Comunicação e Divulgação; José Altair Constantino, secretário Nacional Adj. Trab. Celetistas em Cooperativas; Joel Martins Ribeiro, sec. Nacional Adj. Trab. Celetistas em Cooperativas e por Aquile Anderle - assessor jurídico da FESMEPAR - Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos do Estado do Paraná. A UGT-PARANÁ mais uma vez está tendo participação efetiva, sendo que os companheiros Paulo Rossi, presidente da UGT-PARANÁ ministrou palestra sobre o sistema sindical brasileiro e o companheiro José Altair Constantino, secretário Nacional Adj. dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas e Secretário Geral da FETRACOOP abordou a questão do sistema político. O companheiro João Luiz Riedlinger, secretário de Comunicação e Divulgação da UGT-PARANÁ e secretário Adjunto de Comunicação da UGT tem sido o responsável por toda a organização e coordenação de mídia do evento. Para o companheiro Joel Martins Ribeiro, secretário Nacional Adj. dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas e Secretário de Finanças da FETRACOOP, este seminário tem sido importante para que os dirigentes sindicais aprofundem o debate sobre como avançar nas questões de interesse da classe trabalhadora. "Temos objetivos comuns como por exemplo, a questão do trabalh o decente, e pelo que estamos aprendendo, o Brasil está avançando em várias lutas". Fico feliz em saber que o Brasil está servindo de exemplo de organização para os sindicatos e centrais sindicais de outros países, concluiu Joel Ribeiro. O secretário de comunicação da UGT-PARANÁ, João Riedlinger observa que, enquanto no Brasil o índice de sindicalização está em torno de 25%, nos países caribenhos ainda está em aproximadamente  10%. Um dos principais motivos são as práticas anti- sindicais por parte dos empregadores e de vários setores dos governos locais. Os dirigentes da CASC - Central de Trabalhadores do Caribe fizeram questão de parabenizar a metodologia aplicada nas palestras pelos dirigentes da UGT. O evento é organizado pelo IPROS - Instituto de Promoção Social/UGT, pela CASC - Central de Trabalhadores do Caribe, pelo INFAS - Instituto Nacional de Formação Agrária e Social do Caribe e pelo INFOSCAR - Instituto de Formação Sindical e Social do Caribe.



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